sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Declaracion de Iny Mahadu Coordenacao, 4ª sesión EMRIP, Ginebra.

Estimado Senor Presidente: Nosotros los pueblos indígenas de Brasil, que somos 230 pueblos indígenas y 180 lenguas distintas, y tambien los pueblos indígenas aislados y un total de 650 000 habitantes indígenas en Brasil vemos como última esperanza de hacer efectivos nuestros derechos reconocidos nacionalmente en la Constitución de Brasil e internacionalmente en la Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los pueblos indígenas y la Convención 169 de la OIT la intervención de la plataforma que este mecanismo representa. La Constitución de 1988 contiene 18 artículos que garantizan los derechos de los pueblos indígenas y reconoce las tierras tradicionales. El Estado brasileño ha adoptado el derecho internacional pero no aplica los derechos de los pueblos indígenas, como los artículos 18, 19, y 32 de la Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los pueblos indigenas, negando asi el derecho de consulta a los pueblos. Cuando se realizan audiencias públicas para formalizar un proyecto, como en el caso de Belo Monte, simplemente se expone el proyecto sin consultar a los pueblos indígenas, violando asi sus derechos fundamentales. Actualmente hay 10 acciones del Ministerio Público Federal contra el gobierno; sin embargo, el Instituto Brasilenho del Medio Ambiente y de Recursos Naturales renovables, o IBAMA, a autorizado la instalación de la hidroeléctrica de Belo Monte. No se esta teniendo en cuenta la posición de las Organizaciones Indígenas y asi están en contra de sus derechos en relación a un proyecto que tiene un gran impacto social y ambiental irreversible y que obliga el desplazamiento a cerca de 25 mil indígenas de cuatro grupos linguisticos y grupos indígenas en aislamiento voluntario, además de millares de habitantes de la zona fluvial, mineros, y agricultores familiares, asi como poblaciones urbanas en la ciudad de Altamira, en el estado del Para. Esta hidroeléctrica es parte de un movimiento de desarrollo económico que inundara 400 mil hectáreas de selva y afectara directamente 40 mil indígenas y poblaciones locales. El Belo Monte tiene como finalidad explorar intensivamente todas las riquezas del suelo y subsuelo que la selva amazona ofrece, como recursos forestales, minerales, e hídricos para atender a las demandas internacionales y expandir el agronegocio, teniendo como efecto directo el exterminio de la mayor reserva de biodiversidad mundial. La constitución de Brasil garantiza los derechos de los indígenas, pero su aplicación es negada por el Estado. Lo mismo ocurre con el derecho internacional, el cual Brasil reconoce pero no respeta. Las violaciones de los derechos humanos de los pueblos indígenas fueron denunciadas a la Comision Interamericana de Derechos Humanos; sin embargo, no se ha parado el proyecto de Belo Monte. Brasil atropella los derechos humanos de los pueblos indígenas, no los consulta para preparar proyectos de ley, y no asegura una participación de los lideres indígenas para alcanzar un consenso sobre los proyectos de ley que los afectan. Los lideres indígenas que trabajan para defender los derechos internacionalmente reconocidos a los pueblos indígenas sufren acciones legales en su contra de la parte de particulares motivados por el conflicto de tierras. El gobierno brasileño a aprobado en el congreso el código ambiental y forestal, a pesar de las protestas de los pueblos indígenas contra este proyecto de ley que afecta, directamente e indirectamente, su hábitat natural. Recientemente durante el Foro Permanente sobre la Cuestiones de los Pueblos Indigenas, el gobierno brasileño bloqueo la participación de indígenas brasileños para evitar que estos denuncien las violaciones a sus derechos humanos por la parte del gobierno. Recomendamos la aplicación de la Declaracion de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos indígenas para exigirle al gobierno brasileño que garantize el derecho a una consulta previa, libre, e informada. Muchas gracias señor presidente. Domilto Inaruri Karaja Representante do Iny Mahadu Coordenação

Call for submissions on indigenous peoples' participation in the United Nations

The Office of the High Commissioner for Human Rights welcomes submissions on the paper being prepared by the Secretary General on indigenous peoples' participation at the United Nations by 9 April 2012. See Human Rights Council resolution 18/8 (2011): 13. Requests the Secretary-General, in cooperation with the Office of the High Commissioner, the Office of Legal Affairs and other relevant parts of the Secretariat, to prepare a detailed document on the ways and means of promoting participation at the United Nations of recognized indigenous peoples’ representatives on issues affecting them, given that they are not always organized as non-governmental organizations, and on how such participation might be structured, drawing from, inter alia, the rules governing the participation in various United Nations bodies by non-governmental organizations (including Economic and Social Council resolution 1996/31) and by national human rights institutions (including Human Rights Council resolution 5/1 of 18 June 2007 and Commission on Human Rights resolution 2005/74 of 20 April 2005), and to present it to the Council at its twenty-first session; Responses can be submitted electronically to the OHCHR (Claire Charters at ccharters@ohchr.org) or by mail to the OHCHR, CH-1211 Geneva 10, Switzerland (addressed to Claire Charters). Please indicate whether the information provided can be made available on the OHCHR website. For further information, please contact Claire Charters at the above mentioned email address. For more information, please consult the following link (only in English): http://www.ohchr.org/EN/Issues/IPeoples/Pages/ConsultationonIPparticipationintheUN.aspx.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Belo Monte: Relato de comunidade de pescadores expulsos

o link abaixo, temos relato de comunidade de pescadores expulsa pelas obras de Belo Monte, ilustrando como as políticas públicas acabam chegando aos mais fracos: perde-se vínculos sociais e meios de subsistência de gerações inteiras, em troca de nove mil reais, para chegar a uma cidade desconhecida e sobreviver com a família por uns meses, sem saber nem o que fazer e sem amigos ou parentes. Claro que os custos sociais disso não são calculados, quando se fala nos custos da obra. Os estudos de impacto é que deveriam calcular. Deveriam calcular o valor de cada recurso perdido com a obra - cada peixe, cada planta, cada animal... em termos de potenciais econômicos que só não são utilizados de forma mais efetiva porque a orientação econômica é totalmente equivocada- e finalmente, calcular todos esses custos sociais em externalidades. Só assim, em termos econômicos, como se gosta de pensar, seria provado que essas obras são um absurdo. Agora, me diga, se os filhos dessas famílias de pescadores dilaceradas de suas comunidades dessa maneira, e jogadas sem recursos numa periferia urbana qualquer, caírem na criminalidade, quais serão os custos disso? Vão colocar todos numa cadeia? Ou numa escola técnica? Venha aqui ao Rio de Janeiro, ver a escola técnica do SENAI, que até piscina olímpica tem, FECHADA, pela vizinhança com o tráfico de drogas que rola aos gritos como uma feira livre de verduras, na entrada da favela que percorre a rua lateral à escola fechada, por falta de condições de segurança. Está lá, diante da estação de trem Tancredo Neves. Desce na estação e olha: está ali, para quem quiser ver: a gigantesca escola fechada e a feira de tráfico do lado, aos gritos, anunciando as variedades de drogas e seus preços. Vai dizer que é culpa dos traficantes? Não é. É culpa desse tipo de política irresponsável. Para quem acha que tudo se resolve com engenharia (e mais escolas de engenharia) e economias calculantes de variáveis específicas (e mais escolas para aprender isso), eu explico: essa escola do SENAI fechada pela presença do tráfico é um exemplo do que banalmente se costuma chamar nas Ciências Sociais (essas ciências que nosso governo parece considerar inútil) de impacto cultural. Isso é impacto cultural e tem que ser calculado. O governo quer se iludir, com um modelo que comprovadamente não funciona. Não adianta ficar recauchutando. Não funciona. Ponto. Vamos partir para outra. Esse não funciona.A China daqui a pouco está despencando também... chega de querer dar um jeitinho de prolongar o que já se sabe que está errado e que não serve para ninguém ( a não ser para 0,001% da população mundial, aliás, ainda mais infeliz do que os restantes, com suas neuroses todas.) Segue a matéria sobre a comunidade de pescadores dispersa para dar lugar a Belo Monte... que segundo dizem, vai atender domicílios residenciais.. quero ver... os domicílios que vai atender... quero ver a geografia completa dessa linha de transmissão... quero ver as contas completas dessa obra maluca...E vi a Marina falando não sei onde que no Rio Madeira foi diferente, que ela exigiu todas as medidas para que não houvesse impactos... que ia continuar havendo pesca... mentira: os peixes do Rio Madeira já acabaram com a nova hidrelétrica... e estas são apenas algumas das inúmeras que se projetam para a Amazônia, porque os planos do governo para a Amazônia pelo visto são de transformá-la numa grande Zona Franca de Manaus, onde mal se respira com a poluição. Desenvolvimento para governos,- infelizmente todos - significa promover um determinado tipo de indústria totalmente lesiva ao social, cultural, ambiental e econômico.Mas, eles querem mais da mesma burrice, da mesma insanidade mental. Este é o link, para quem já não está cansado de ouvir esse mesmo tipo de relato, se espalhando país afora, país adentro... mundo afora: Fonte: www.xinguvivo. org.br/2012/ 02/11/vila- e-destruida- e-sem-opcoes- fam\ ilias-sao-enxotadas -com-indenizacoe s-minimas/

Cúpula dos Povos na Rio+20

Cúpula dos Povos na Rio+20 Como você pretende participar da Cúpula dos Povos? Antes de abrirmos as inscrições para a Cúpula dos Povos, queremos saber como você e sua organização pretendem ou desejam participar. Em abril, vamos disponibilizar aqui, *neste site*, o formulário definitivo de inscrição. Reiteramos: as inscrições para a Cúpula nada têm a ver com as inscrições para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20 oficial), que acontecerá no Riocentro, na zona oeste do Rio de Janeiro. A Cúpula dos Povos é um evento independente e autônomo, organizado por diversas entidadesda sociedade civil brasileira e internacional, que será realizado no Aterro do Flamengo (Rio). Preencha os campos abaixo para nos ajudar a ter uma dimensão dos acontecimentos que farão parte da Cúpula. Diga o nome da entidade da qual você faz parte ou que gostaria de inscrever, especifique o tipo de atividade – cultural, estande, imprensa, espaço demonstrativo, reuniões, seminários ou outras realizações – e descreva-a. Não esqueça de marcar os dias do evento durante os quais a sua atividade seria realizada. A Cúpula dos Povos acontecerá de 15 a 23 de junho, mas as atividades autogestionadas estão programadas até o dia 22. No dia 23, serão realizadas as discussões finais e elaborados os documentos. Ajude-nos a construir uma Cúpula dos Povos mais ampla e participativa. Quanto mais pessoas responderem ao formulário abaixo, melhor conseguiremos atender às demandas concretas que surgirão durante as inscrições definitivas. Mãos à obra! Combate ao Racismo Ambiental

PRE - REGISTRO ESTA ABIERTO

La Undécima Sesión del Foro Permanente para las Cuestiones Indígenas: La Undécima Sesión del Foro Permanente para las Cuestiones Indígenas se celebrará del 7 al 18 de mayo de 2012 en la Sede de las Naciones Unidas, New York. El tema especial es "La doctrina del descubrimiento: su repercusión duradera en los pueblos indígenas y el derecho a recibir reparación por conquistas del pasado (artículos 28 y 37 de la Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los pueblos indígenas)". La agenda incluye un debate de medio día de duración sobre Europa Central y Oriental, la Federación de Rusia, Asia Central y la Transcaucasia así como un debate de medio día de duración sobre el derecho de los pueblos indígenas a la alimentación y la soberanía alimentaria. Fecha límite para el pre-registro: 23 de abril de 2012 - para organizaciones que han participado previamente 9 de abril de 2012 - para organizaciones nuevas Para mayor información visite nuestro sitio web en http://www.un.org/indigenous Fuente: Secretariat of the Permanent Forum on Indigenous Issues www.un.org/indigenous